rascunho:Essência
Minha alma esta perdida
Não consigo distinguir o que é real.
Estou perdida na tortura de um sonho
Vencida pelos meus desejos mais profundos.
Entrego-me a uma loucura.
E que se vá as ilusoes que ficam a me dominar.
Sinto os lírios do campo
Que já não sustentam mais a angúnstia
Sangram as lágrimas que caem...
Suspira à saudade que varre as lembranças..
Que nunca existiram
sou um vazio inatingivel
esquecido pelo tempo
Quero cair...e me jogar ao longe
onde nada mais me acolherá
Quero derramar sozinha minhas lágrimas
e nao há nada que possa fazer
Pobre poeta sonhador
poeta que sangrou minha alma
Meu poeta errante
que com tuas poesias indigentes
pode por instantes consolar meu coraçao
e pela eternidade sangra-lo sem piedade
Como os lírios, quero me isolar...
mesmo que eu sangre até a sublime morte...
Quero deitar-me sob a terra
e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha
Ser absorvida para seu interior
Ser parte da sua essência
É tudo que posso sentir
É tudo o que quero pensar
Em meus mais profundos momentos de desespero
Quando minha alma exala o som da morte
Deixo lhe o adeus em poesia
E ao mesmo implícita o desejo
de estar permeando a beleza vivida aos nossos olhos
Um desejo que arde...
que anseia a intorromper esse sentimento
Mas que não tem forças para lutar a isso...
A esperança que resta não basta...
Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio
deixe-me com seu adeus, leve o meu
mas nunca poeta errante
sangre meu coraçao
Saiba que o amor é cego e traiçoeiro
Que a qualquer momento
assim como minha vida
poderá se romper.
Não consigo distinguir o que é real.
Estou perdida na tortura de um sonho
Vencida pelos meus desejos mais profundos.
Entrego-me a uma loucura.
E que se vá as ilusoes que ficam a me dominar.
Sinto os lírios do campo
Que já não sustentam mais a angúnstia
Sangram as lágrimas que caem...
Suspira à saudade que varre as lembranças..
Que nunca existiram
sou um vazio inatingivel
esquecido pelo tempo
Quero cair...e me jogar ao longe
onde nada mais me acolherá
Quero derramar sozinha minhas lágrimas
e nao há nada que possa fazer
Pobre poeta sonhador
poeta que sangrou minha alma
Meu poeta errante
que com tuas poesias indigentes
pode por instantes consolar meu coraçao
e pela eternidade sangra-lo sem piedade
Como os lírios, quero me isolar...
mesmo que eu sangre até a sublime morte...
Quero deitar-me sob a terra
e observar a beleza de estar vulnerável e sozinha
Ser absorvida para seu interior
Ser parte da sua essência
É tudo que posso sentir
É tudo o que quero pensar
Em meus mais profundos momentos de desespero
Quando minha alma exala o som da morte
Deixo lhe o adeus em poesia
E ao mesmo implícita o desejo
de estar permeando a beleza vivida aos nossos olhos
Um desejo que arde...
que anseia a intorromper esse sentimento
Mas que não tem forças para lutar a isso...
A esperança que resta não basta...
Liga-se a mim por apenas um trêmulo fio
deixe-me com seu adeus, leve o meu
mas nunca poeta errante
sangre meu coraçao
Saiba que o amor é cego e traiçoeiro
Que a qualquer momento
assim como minha vida
poderá se romper.

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